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Solidez defensiva e ataque agressivo: as ideias de Coelho para a reação do Corinthians – globoesporte.com

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Dyego Coelho comandará o Corinthians pela quarta vez consecutiva nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), diante do Atlético-GO, na Neo Química Arena, em jogo atrasado da 1ª rodada do Brasileirão.

E o que esperar do Corinthians de Coelho após mais uma semana inteira de treinamentos? Em entrevista coletiva online, o treinador falou sobre suas ideias de jogo e admitiu que o primeiro foco é parar de levar gols. Em 11 rodadas, o Timão foi vazado 17 vezes.

– Quem me conhece sabe que eu gosto de jogar para frente, mas temos de nos adaptar às características dos nossos jogadores para fazer com que as coisas funcionem. Treinamos a parte defensiva bem, estamos buscando organizar um pouco mais as coisas, para na parte ofensiva sermos mais agressivos – afirmou.

– Temos que usar jogadores mais próximos com qualidade, tem o pivô do Jô, tem uma situação de profundidade de alguns jogadores que não temos muito no elenco, uma situação de posse de bola, de preenchimento de área, uma série de outras situações que a gente precisa fazer com que o time entenda a característica de cada jogador. Queremos que isso funcione o mais rápido possível, mas precisa de um pouco de tempo.

Segundo o técnico, alguns dos comportamentos vistos na vitória por 3 a 2 contra o Bahia, em Itaquera, no dia 16, podem ser repetidos, como a transição ofensiva rápida. O encaixe da equipe, porém, depende do que o elenco pode oferecer.

– Claro que quero ser agressivo sempre, marcar pressão sempre, dar profundidade sempre, compactar muito bem a última linha para quando a gente for pressionar o time adversário, mas as características fogem um pouquinho disso, temos que adaptar nossa ideia com o que temos. São grandes jogadores e precisamos entendê-los, esse é o maior desafio, fazemos isso no treino, principalmente quando estamos com a bola, usar cada jogador da melhor forma possível para a gente montar a nossa ideia, nossos treinos e nosso esquema de jogo – explicou.

– Na base eu gosto de ser sempre mais agressivo, e isso podemos ser, mas de maneira diferente, com uma característica de jogadores com mais posse, com mais qualidade, com mais inteligência quando está com a bola, não aquele jogo de toda hora estar atacando o fundo e dar profundidade, pois não temos essa característica. Preparar bem defesa, deixar sólida atrás, para termos uma situação de usar lá na frente na característica dos nossos jogadores – priorizou.

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Dyego Coelho em entrevista coletiva no CT do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Ag.Corinthians

Dyego Coelho em entrevista coletiva no CT do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Ag.Corinthians

Com o Timão na 15ª posição com 12 pontos, apenas um acima da zona do rebaixamento, Coelho sabe que precisa de vitórias para seguir comandando a equipe. Na última entrevista que concedeu, há duas semanas, Andrés Sanchez tratou Coelho como um técnico interino e disse que olhava o mercado.

– A sequência como técnico passa por resultado, não tem jeito. Trabalho para isso, tenho um respaldo grande da diretoria e do CT inteiro. É ganhar jogo, não só pela minha permanência, mas pelo clube, pelos jogadores que trabalham muito – destacou.

Veja mais trechos da coletiva:

Indireta a Tiago Nunes sobre “ser dono do CT”

– Só dei uma resposta do que penso. Estou iniciando a carreira agora como treinador. Não sou um treinador como vários que ganharam tudo, estou começando agora. Tive ensinamentos com esses treinadores aqui no Brasil e fora de me preocupar só com campo, não posso me preocupar com as outras coisas. Não é para ninguém a resposta, as regras são do clube (clique e leia o que disse Coelho).

Estilo de liderança no CT

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– Delegar as funções foi uma situação que eu coloquei neste bate papo, tenho que confiar nas pessoas que estão do meu lado, já tem muito problema em campo para resolver. Me interpretaram mal, não era minha intenção. Assim levo o dia a dia e nosso ambiente aqui, precisamos estar leves para praticar o melhor futebol possível.

Éderson fora até do banco contra o Sport

– Foi opção, a situação dos médios e volantes é intensa, tem muita briga nos treinamentos. Falei para o jogador, gosto de falar o porquê, ele tem todo direito de falar o que está sentindo, acho bacana. A maioria das vezes quando a gente evolui é porque tem liberdade de falar com treinador, eu vivi isso, são opções, a briga está intensa.

Seis estrangeiros no elenco

– É outra situação difícil, temos grandes jogadores, temos que olhar para o jogo, para as trocas e fazer a nossa escolha. Vai te que ficar um de fora, estamos trabalhando para errar o menos possível.

Mudanças defensivas pós-Tiago Nunes

– São questões de ajustes que estamos fazendo, colocando um pouco do que a gente vem fazendo com os jogadores. Algumas coisas boas estamos mantendo também, que fique claro. Importante dizer que o clube inteiro, o CT inteiro, esta disposto a melhorar em todos os setores.

Mudança de convicções por medo de perder cargo

– Por ser jovem, sempre falo isso: a oportunidade está aqui, tenho que aproveitar e fazer as ideias da minha cabeça. Abrir mão de convicções não sou muito adepto. Fazer com que elas funcionem com as convicções que temos, conseguir colocar em pratica, é muito importante. Mas os jogadores precisam comprar a ideia. Ai você se sente confiante para fazer tudo.

Dá para usar Luan, Otero, Cazares e Jô?

– Tenho essa maneira de pensar porque joguei num time que o ataque era formado Carlos Alberto, Roger, Tevez e Nilmar, e eles jogaram juntos. E agente corria para eles lá atrás, carregava piano, e eles davam conta. Senti isso na pele. É uma situação que a gente tem que pensar, deixar os melhores jogadores perto um do outro, essa é nossa ideia. O rendimento é quem escala. E quando a bola chegar, eles precisam resolver o nosso problema em finalizações e ações ofensivas.

Objetivos no Brasileirão

– Nosso campeonato agora é pensar sempre no nosso time, no nosso jogo (…) O Corinthians briga em ganhar o próximo jogo, essa é a nossa função. É treinar, trabalhar e fazer com o que o torcedor entenda isso.

– É um time muito organizado, temos que estudar bem o adversário, vamos respeitá-los, mas estamos em casa e precisamos ser agressivos em todos os momentos. Um time que realmente está tirando ponto e que tem organização boa, transição muito boa

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